Acabei de ler um super artigo falando da profissão jornalista. Sinceramente, eu também já me perguntei: por que as pessoas fazem jornalismo? Atualmente, tenho ouvido muitas pessoas dizer que estão estudando, que querem e sentem vontade de estudar e até as que já se formaram, assim como eu.
O que mais me deixa pasma é descobrir que os ‘Bigbroderes’ da vida são, na maioria, estudantes de comunicação social/jornalismo ou, depois que saem da casa ‘mais assistida do Brasil’, iniciam algum curso do gênero. A pergunta é: para quê? Já apareceram, tiveram os 15 minutos de fama e afins, vão provavelmente - assim como a Iris Stefanneli - receber algum contrato para apresentar programas de ‘conteúdo’, posar nus, e até virar atores.
O que eles devem ter em mente é que o importante não são eles aparecerem, ficarem de frente às câmeras e dar risinhos sem conteúdo. Que não existe somente o jornalismo das emissoras de TV, alguns deles, bem mal feitos. Mas que o mais importante nisso tudo é a informação, o modo no qual ela é transmitida, a preocupação com a prestação de serviço, com a opinião pública etc...
Indignação a parte, indico o artigo escrito por ninguém mais que Ricardo Kotscho, em sua coluna do site Observatório da Imprensa. Vale, muito, a pena!
Clique aqui e confira!
O que mais me deixa pasma é descobrir que os ‘Bigbroderes’ da vida são, na maioria, estudantes de comunicação social/jornalismo ou, depois que saem da casa ‘mais assistida do Brasil’, iniciam algum curso do gênero. A pergunta é: para quê? Já apareceram, tiveram os 15 minutos de fama e afins, vão provavelmente - assim como a Iris Stefanneli - receber algum contrato para apresentar programas de ‘conteúdo’, posar nus, e até virar atores.
O que eles devem ter em mente é que o importante não são eles aparecerem, ficarem de frente às câmeras e dar risinhos sem conteúdo. Que não existe somente o jornalismo das emissoras de TV, alguns deles, bem mal feitos. Mas que o mais importante nisso tudo é a informação, o modo no qual ela é transmitida, a preocupação com a prestação de serviço, com a opinião pública etc...
Indignação a parte, indico o artigo escrito por ninguém mais que Ricardo Kotscho, em sua coluna do site Observatório da Imprensa. Vale, muito, a pena!
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Por isso eu queria ter vivido nos anos 60, e ter feito parte daquela geração que tentava mudar o mundo através do jornalismo.
ResponderExcluirMas hoje, com a internet, talvez possamos fazer a diferença na profissão, à margem dos grandes jornais que precisam do jornalismo chapa branca pra sobreviver...
É um caminho.
beijo,
É Carol, pode ser um caminho sim. Vamos comemorar!
ResponderExcluirMas é uma pena ver tanta gente incopetente por aí... Pena ficar só na história o que era bom, queria eu, aliás queria não, quero eu tentar contribuir de alguma forma tanto para o hoje, quanto para o amanhã...
Beijos